A Revolução Digital no Planeamento e Experiência de Viagem

Quem me segue há mais tempo sabe que sou um apaixonado por viagens. E, sinceramente, a forma como planeamos e vivemos as nossas aventuras mudou radicalmente nos últimos anos. Lembro-me dos tempos em que passava horas em agências de viagens, folheando catálogos e a tentar encaixar tudo no orçamento. Hoje em dia? É uma história completamente diferente! A tecnologia veio para revolucionar, para tornar tudo mais simples, mais rápido e, porque não dizer, mais emocionante. Desde o momento em que sonhamos com um destino até ao regresso a casa, o digital está presente em cada etapa, moldando as nossas expectativas e oferecendo-nos um mundo de possibilidades. É quase como ter um guia pessoal no bolso, pronto para nos ajudar a cada virar de esquina, adaptando-se aos nossos gostos e necessidades. E o melhor de tudo é que esta evolução não para; a cada dia surgem novidades que nos deixam de queixo caído e nos fazem pensar: como é que eu viajava antes disto?
Como a Inteligência Artificial e Big Data Personalizam Tudo
Olhem só, a Inteligência Artificial (IA) e o Big Data não são mais termos de ficção científica, mas sim uma realidade que abraçámos nas nossas viagens. Já repararam como, depois de pesquisarem um voo para Faro ou um hotel no Porto, começam a surgir-vos anúncios super específicos para esses destinos? Não é magia, é a IA a trabalhar! Ela analisa as nossas preferências, o nosso histórico de viagens, as nossas pesquisas, e oferece-nos recomendações tão personalizadas que parece que nos lê o pensamento. Já me aconteceu de receber uma sugestão de um restaurante de marisco incrível em Cascais que eu nem sabia que existia, mas que era exatamente o que eu procurava naquele momento. É como ter um assistente de viagem super inteligente que nos conhece melhor do que ninguém. Isto não só otimiza o nosso tempo de planeamento, evitando que percamos horas a procurar algo que se adeque ao nosso perfil, como também enriquece a nossa experiência, ao permitir-nos descobrir joias escondidas e viver momentos verdadeiramente únicos e à nossa medida. Sites como a Expedia ou o Booking.com são mestres nisso, oferecendo comparações de preços, avaliações e opções personalizadas que nos poupam imenso tempo e dinheiro.
O Fim das Filas: Check-ins e Controles Automatizados
E as filas intermináveis nos aeroportos? Ai, quem nunca se irritou com isso? Mas a boa notícia é que, com a transformação digital, isso está a mudar. Agora, o check-in online e as portas de embarque automatizadas são a norma na maioria dos aeroportos, incluindo os nossos em Portugal. Lembro-me de uma viagem recente para as ilhas, onde fiz tudo pelo telemóvel: check-in, cartão de embarque digital e até a entrada na zona de segurança foi super rápida com o meu passaporte eletrónico. A sensação de passar sem problemas, sem estar a lidar com papéis e sem perder tempo, é impagável. Estes sistemas não só agilizam o processo, tornando a nossa vida de viajante muito mais fácil e menos stressante, como também contribuem para a segurança, permitindo um controlo de acesso mais eficaz e preciso. Claro que, por vezes, ainda há um ou outro percalço, como vimos recentemente com as longas filas no Aeroporto de Lisboa devido à implementação de novos sistemas de controlo de fronteiras, mas é um preço a pagar pela modernização e por uma maior segurança a longo prazo, não acham? Acreditem, o futuro é cada vez mais sem contacto, mais eficiente e, acima de tudo, mais seguro.
Segurança Aeroportuária: Um Olhar Por Trás das Cenas
A segurança nos aeroportos é um tema que, confesso, sempre me fascinou. Por vezes, pode parecer um processo aborrecido e repetitivo, mas a verdade é que há uma equipa enorme e uma tecnologia de ponta a trabalhar incansavelmente para garantir que as nossas viagens sejam tranquilas e sem incidentes. Aqueles que pensam que é “apenas” raio-X e câmaras de vídeo estão muito enganados. É um sistema complexo e em constante evolução, que precisa de se adaptar às novas ameaças e, ao mesmo tempo, garantir uma experiência de passageiro o mais fluida possível. Recentemente, li que os aeroportos precisam de aumentar os seus investimentos em segurança e tecnologia para responder às exigências do mercado e aos desafios pós-pandemia. E faz todo o sentido, afinal, o número de passageiros deve ultrapassar os 5 mil milhões em 2025! É um verdadeiro quebra-cabeças que envolve desde a cibersegurança até à gestão de multidões. E para nós, viajantes, é reconfortante saber que há tanta dedicação e inovação por trás de cada porta de embarque.
Das Máquinas de Raio-X à Biometria: A Evolução da Deteção
Lembram-se de quando tínhamos de tirar tudo da mala para passar no raio-X? Bem, essa realidade está a mudar. As novas soluções de segurança estão cada vez mais sofisticadas e interligadas, fazendo com que a inspeção seja mais inteligente e menos intrusiva. Agora, vemos a biometria a ganhar terreno, com reconhecimento facial e digital a tornarem-se o padrão em muitos locais. Em Portugal, por exemplo, novos sistemas de controlo de fronteiras já estão a recolher dados biométricos, o que, apesar de causar alguns atrasos iniciais, é um passo gigante para uma maior segurança. A ideia é criar um processo sem contacto, o que, depois da pandemia, ganhou ainda mais relevância. Robôs já são usados para manter os ambientes mais limpos e a Inteligência Artificial ajuda a identificar comportamentos suspeitos, alertando as equipas antes que qualquer ameaça se concretize. A experiência que tive no Aeroporto de Lisboa com os novos sistemas foi um pouco confusa no início, confesso, mas a promessa é de um futuro onde a segurança é quase invisível, mas super eficaz. É fascinante ver como a tecnologia nos protege.
O Desafio dos Drones e a Proteção do Espaço Aéreo
E se pensavam que a segurança se limitava apenas ao que se passa dentro do aeroporto, desenganem-se. Há um novo desafio que tem tirado o sono a muitos profissionais: os drones. Estas pequenas aeronaves não tripuladas, que são fantásticas para fotografia e lazer, podem, nas mãos erradas, tornar-se uma ameaça séria. Já vimos notícias de interrupções em aeroportos europeus devido a drones, e isso é algo que me preocupa bastante, não só como viajante, mas como alguém que gosta de explorar o mundo. Por isso, a União Europeia, e Portugal como parte dela, está a desenvolver estratégias e a implementar requisitos técnicos para os drones, visando expandir as operações comerciais de forma segura e, ao mesmo tempo, proteger o nosso espaço aéreo. Em alguns países, já estão a dar à polícia permissão para abater drones que invadam o espaço aéreo, usando lasers ou sinais de interferência. É uma corrida contra o tempo para garantir que a tecnologia que nos diverte não se torne um risco para a nossa segurança em voos. Sinceramente, é um tema que me faz pensar no quão complexo é manter tudo seguro hoje em dia.
O Coração Humano na Era Digital: Profissionais e Passageiros
Por mais que a tecnologia avance, há algo insubstituível em todo este processo de viagem: o toque humano. Aquela interação com o profissional que nos atende, a sensação de que há alguém ali, treinado e preparado, a zelar por nós. Viajar não é só sobre destinos e aviões; é sobre pessoas, e a segurança não foge a esta regra. Mesmo com todos os sistemas automatizados e a IA a ajudar, a presença humana é e continuará a ser fundamental. É a experiência, a intuição e a capacidade de adaptação dos profissionais que, muitas vezes, fazem a diferença em situações inesperadas. E nós, passageiros, também temos um papel insubstituível nisto tudo. A segurança é uma responsabilidade partilhada, e a nossa colaboração é mais importante do que imaginamos. Afinal, a nossa atitude e a nossa consciência podem ser os primeiros elos de uma cadeia de segurança que nos beneficia a todos. Sinto que é uma parceria, onde cada um faz a sua parte para que a jornada seja a melhor possível.
O Papel Crucial dos Comissários de Bordo na Nossa Segurança
Já pararam para pensar no que realmente fazem os comissários de bordo além de nos servir a refeição e dar as boas-vindas? O seu papel principal é, na verdade, a nossa segurança! Eles são verdadeiros heróis a bordo, com um treino intensivo para lidar com todo o tipo de emergências: evacuações, incêndios, despressurização da cabine, e até situações mais complicadas. Lembro-me de um voo em que houve uma turbulência mais forte e a forma como a tripulação agiu, com calma e profissionalismo, transmitiu uma segurança enorme a todos nós. Eles verificam todos os equipamentos antes da descolagem, desde as saídas de emergência aos extintores de incêndio, e monitorizam a cabine durante todo o voo para detetar qualquer sinal de risco. Aquelas demonstrações de segurança que, por vezes, ignoramos, são vitais e são eles que as transmitem. É reconfortante saber que há pessoas tão dedicadas e bem preparadas a cuidar de nós lá em cima, garantindo que cheguemos ao nosso destino em segurança. A segurança de voo é inegociável, e o “toque humano” destes profissionais é o que a torna tão robusta.
Nós, Viajantes: Como Podemos Contribuir para a Segurança?
A segurança nas viagens não é uma via de sentido único; nós, viajantes, também temos um papel ativo e super importante. Já me aconteceu de ver pessoas a ignorar as instruções da tripulação, ou a tentar abrir a bagageira antes da hora. Pequenas atitudes como estas podem comprometer a segurança de todos. Prestar atenção às instruções de segurança, manter o cinto afivelado quando o aviso luminoso está ligado, e comunicar qualquer situação estranha à tripulação são gestos simples que fazem toda a diferença. Além disso, no aeroporto, a nossa paciência e colaboração durante os controlos de segurança são essenciais. Entendo que às vezes pode ser chato, mas é para o nosso bem! Evitar comportamentos desordeados a bordo e respeitar as regras sobre o uso de eletrónicos também são pontos cruciais. Recentemente, li sobre um estudo que alertava para os riscos na segurança aérea na Europa devido a cortes de custos e pressões sobre os funcionários, o que me fez refletir ainda mais sobre a importância de todos contribuirmos. Juntos, tornamos a viagem mais segura e agradável para todos.
Desvendando os Novos Sistemas de Entrada e Saída em Portugal
Portugal, como porta de entrada para a Europa para muitos, está sempre na vanguarda das políticas de segurança e controlo de fronteiras da União Europeia. E nos últimos tempos, isso ficou bem evidente com a implementação de novos sistemas. Confesso que, ao início, fiquei um bocado apreensivo com as notícias do “caos” nos aeroportos, com longas filas e atrasos. Mas depois de passar por lá e perceber a intenção por trás de tudo, comecei a ver as coisas de outra forma. É um passo necessário para modernizar, inovar e, acima de tudo, garantir uma maior segurança para todos nós que viajamos, e também para o país. É um processo de adaptação, claro, e como em todas as grandes mudanças, há sempre alguns ajustes a fazer. Mas a verdade é que estes sistemas são a nossa garantia de que as fronteiras são geridas com os mais altos padrões de segurança e que o controlo é cada vez mais eficaz. E sim, faz parte da experiência de viagem atual.
A Era do EES e ETIAS: O Que Esperar na Fronteira?
A partir de 2026, com a entrada em vigor dos sistemas EES (Sistema de Entrada e Saída) e ETIAS (Sistema Europeu de Informação de Viagem e Autorização), a forma como os viajantes de países isentos de visto, como o Brasil, entram na Europa vai mudar. Em Portugal, já estamos a sentir as primeiras mudanças, com a recolha digital e biométrica de dados, que inclui a checagem de antecedentes criminais e histórico de viagens. Para quem não tem passaporte europeu, isso significa um processo mais minucioso e demorado na imigração. Lembro-me de ver as notícias do caos no Aeroporto de Lisboa com a implementação inicial, e confesso que tive um frio na barriga. Mas é fundamental entender que estes sistemas são a base para uma “nova era na gestão de fronteiras” na Europa, prometendo mais inovação, segurança e confiança. É um investimento de 24 mil milhões de euros para a recolha de dados biométricos, visando maior controlo da segurança. Portanto, preparem-se para um processo mais digital e, talvez, um pouco mais demorado, mas que no fundo, visa proteger-nos a todos. O conhecimento é poder, por isso, informem-se bem antes de viajar.
Superando o Caos Inicial: Dicas para Uma Passagem Suave

Sei que a ideia de enfrentar longas filas e processos mais demorados na imigração pode desanimar qualquer um, especialmente quem planeia uma viagem de férias. No entanto, com um pouco de preparação e paciência, podemos minimizar os inconvenientes dos novos sistemas de segurança em Portugal. A primeira e mais importante dica é: cheguem ao aeroporto com bastante antecedência, mais do que o habitual. Eu, por exemplo, comecei a adicionar uma hora extra ao meu tempo de chegada. Tenham todos os documentos à mão e, se possível, organizados digitalmente. Fotografar o passaporte e outros documentos importantes no telemóvel é sempre uma boa ideia, para o caso de precisarem de aceder a eles rapidamente. E para quem está a vir de fora da União Europeia, o mais importante é ter toda a documentação que comprove o propósito da vossa viagem, seja turismo, trabalho ou estudos. Lembrem-se que, com a recolha de dados biométricos, a verificação de antecedentes criminais e histórico de viagens é mais rigorosa. A comunicação da Unidade de Coordenação de Fronteiras e Estrangeiros de Portugal é clara: estes sistemas são para garantir os mais elevados padrões de segurança e serviço. É uma fase de transição, mas com a nossa colaboração, tudo se tornará mais fluido. Pensem que é para o nosso bem!
Proteção em Cada Passo: Segurança Além do Aeroporto
Quando falamos de segurança em viagens, a mente tende logo a ir para aeroportos e aviões. Mas a verdade é que a nossa aventura só está completa quando chegamos ao destino, e a segurança continua a ser uma preocupação, mesmo depois de aterrarmos. Viajar é, acima de tudo, uma experiência de descoberta e liberdade, mas isso não significa que devamos baixar a guarda. Já me aconteceu de me sentir um pouco perdido numa cidade nova e desejar ter tido mais informações sobre a segurança local. Por isso, considero crucial estar ciente dos riscos e saber como nos proteger, seja em grandes cidades ou em vilas mais tranquilas. Portugal, felizmente, é considerado um dos países mais seguros da Europa, o que já é um grande alívio. Mas mesmo aqui, há sempre alguns “espertinhos” à espreita, especialmente em zonas mais turísticas. A minha experiência diz-me que a informação e a prevenção são as nossas maiores aliadas.
Navegando em Destinos Estrangeiros: Dicas de Segurança Local
Em Portugal, por exemplo, Lisboa e Porto são cidades maravilhosas, mas como em qualquer grande capital europeia, há que ter cuidado com os carteiristas, especialmente nos transportes públicos lotados, como o famoso Elétrico 28 em Lisboa, ou nas zonas históricas. Já presenciei situações em que turistas foram alvo de furtos, e é uma pena ver uma viagem ser estragada por algo que poderia ter sido evitado. As minhas dicas pessoais são sempre as mesmas: não guardem a carteira no bolso de trás das calças, usem mochilas bem fechadas à frente do corpo em locais movimentados e, acima de tudo, não exibam objetos de valor de forma ostensiva. Lembro-me de uma vez, no Rossio, em Lisboa, quando um vendedor de “drogas” (que na verdade era um golpista) me abordou. Basta abanar a cabeça e seguir em frente, sem medo. Para quem aluga carro, nunca deixem objetos à vista no interior e, se forem pernoitar, retirem os objetos de valor do porta-malas. Informar-se sobre o número de emergência local (em Portugal e na UE é o 112) e manter-se atualizado sobre as notícias locais são outras dicas que podem ser um salva-vidas. É tudo sobre estar atento e ser proativo.
Tecnologias para a Sua Tranquilidade: Seguros e Apps
Para mim, viajar em segurança também significa estar preparado para o inesperado. E é aqui que a tecnologia entra novamente em jogo, não só para nos dar tranquilidade, mas também para nos resolver problemas quando eles surgem. Falo, claro, dos seguros de viagem e dos inúmeros aplicativos que hoje temos à nossa disposição. Já não me imagino a viajar sem um bom seguro, especialmente depois de um pequeno incidente com uma mala extraviada. Graças a um rastreador inteligente, como um AirTag, que eu tinha na mala, consegui localizá-la rapidamente. É uma paz de espírito que não tem preço! Além disso, existem aplicativos de segurança de viagem que nos permitem ter assistência instantânea, tradutores em tempo real (já usei um para pedir comida no Japão, e que maravilha!) e até alertas sobre riscos no destino. O Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), para quem viaja na UE, é outro essencial. A tecnologia tornou a contratação e gestão de seguros mais simples e rápida, muitas vezes em questão de minutos e totalmente online, e com opções personalizadas. É como ter um anjo da guarda digital a acompanhar-nos em cada aventura.
O Futuro das Viagens: Mais Conectividade, Mais Segurança?
Às vezes, paro para pensar no quão longe chegámos em termos de viagens e segurança, e no que o futuro nos reserva. É como se estivéssemos a viver num filme de ficção científica, mas com a grande diferença de que tudo é real e está a acontecer agora. A velocidade com que as inovações tecnológicas surgem é alucinante, e cada uma delas parece trazer consigo a promessa de uma experiência de viagem ainda mais fluida, conectada e, claro, segura. O setor do turismo está em constante transformação, e a tecnologia é, sem dúvida, o motor dessa mudança. Desde a personalização das nossas experiências até à otimização dos processos operacionais, tudo aponta para um futuro onde a nossa jornada será cada vez mais inteligente. Mas será que toda esta conectividade também significa mais segurança? Acredito que sim, desde que saibamos utilizar estas ferramentas a nosso favor e que os responsáveis continuem a investir na proteção e privacidade dos nossos dados. Estou super entusiasmado para ver o que vem aí!
Realidade Aumentada e IoT: Uma Imersão Total
Imaginem só: apontam o vosso telemóvel para um monumento histórico em Lisboa, como a Torre de Belém, e conseguem ver, em tempo real, como era no século XVI, com pessoas a circular e barcos a chegar. Isto já é possível, meus amigos, graças à realidade aumentada (AR)! A AR está a transformar a forma como interagimos com os destinos, tornando as visitas a museus e pontos turísticos em experiências verdadeiramente imersivas e interativas. Eu já experimentei em alguns museus e a sensação é incrível, é como viajar no tempo! E depois, temos a Internet das Coisas (IoT), que conecta dispositivos inteligentes para tornar as nossas estadias em hotéis super confortáveis e personalizadas. Quartos que ajustam a temperatura e a iluminação automaticamente, assistentes de voz que fazem os nossos pedidos. Já pensaram em hotéis com robôs rececionistas, como já existem no Japão? É tudo para nos proporcionar uma experiência mais fluida, divertida e eficiente. No Brasil, por exemplo, mais de 80% das empresas já adotam ou planeiam integrar IoT com IA, o chamado AIoT, para otimizar operações e criar experiências mais inteligentes e conectadas. É a tecnologia a trabalhar para nós, tornando cada momento da viagem mais mágico.
A Sustentabilidade Como Prioridade na Jornada Digital
Por fim, mas não menos importante, toda esta revolução tecnológica também está a caminhar de mãos dadas com um tema que me é muito querido: a sustentabilidade. Acredito que, como viajantes, temos a responsabilidade de cuidar do nosso planeta e dos lugares que visitamos. E a tecnologia está a ser uma aliada poderosa nisso. Agora, temos aplicativos e plataformas que nos fornecem informações sobre práticas de viagem sustentável, opções de transporte mais eco-friendly e maneiras de minimizar o nosso impacto ambiental. Por exemplo, a utilização de eSIMs internacionais permite-nos conectar sem a necessidade de trocar cartões SIM físicos, reduzindo o desperdício. A blockchain, que muitos conhecem das criptomoedas, está a ser usada para melhorar a transparência e segurança nas transações de viagens, tornando-as mais eficientes e seguras. Tudo isto contribui para um turismo mais consciente e responsável. É um ciclo virtuoso onde a inovação e a sustentabilidade se encontram, permitindo-nos explorar o mundo de uma forma mais ética e com um impacto positivo. É uma tendência que me enche de esperança para o futuro das nossas viagens.
Aqui está uma tabela que resume algumas das inovações tecnológicas que estão a transformar a nossa experiência de viagem:
| Tecnologia | Exemplo de Aplicação em Viagens | Benefício Principal para o Viajante |
|---|---|---|
| Inteligência Artificial (IA) | Recomendações de destinos e atividades personalizadas. | Experiências de viagem mais relevantes e eficientes. |
| Biometria (Reconhecimento Facial/Digital) | Check-in e controlo de fronteiras automatizados. | Processos mais rápidos, sem contacto e maior segurança. |
| Internet das Coisas (IoT) | Quartos de hotel inteligentes, rastreadores de bagagem. | Conforto, personalização e tranquilidade. |
| Realidade Aumentada (AR) | Guias interativos de cidades e monumentos. | Exploração mais imersiva e educativa do destino. |
| Blockchain | Gestão de pagamentos e programas de fidelidade. | Transparência, segurança e eficiência nas transações. |
A concluir o post
E assim chegamos ao fim de mais uma viagem, desta vez, pelas inovações que estão a redefinir a forma como exploramos o mundo. É fascinante ver como a tecnologia nos aproxima dos nossos sonhos, tornando cada passo mais fácil e seguro. Mas, por mais gadgets e sistemas que surjam, o verdadeiro coração de qualquer aventura continua a ser a emoção da descoberta e as memórias que criamos. Que venham muitas mais viagens, sempre com um olho nas novidades e outro no prazer de viajar!
Informações Úteis a Saber
1. Antecedência no Aeroporto: Com os novos sistemas de segurança e biometria em vigor (como o EES), cheguem sempre com maior antecedência do que o habitual, especialmente em voos internacionais ou em épocas de pico em aeroportos como o de Lisboa ou Porto. É sempre melhor ter tempo a sobrar do que correr contra ele.
2. Documentação em Dia: Verifiquem sempre os requisitos de visto e entrada para o vosso destino. Para a Europa, fiquem atentos à implementação do ETIAS a partir de 2026, mesmo para quem é isento de visto. Consultem o site da Embaixada ou Consulado de Portugal para informações atualizadas, ou os portais oficiais da UE.
3. Seguro de Viagem: Um bom seguro de viagem é o vosso melhor amigo para imprevistos como malas extraviadas, emergências médicas ou cancelamentos. Existem várias opções online e personalizáveis, adaptadas a diferentes tipos de viagem e orçamentos. Não arrisquem sem ele!
4. Cuidado com os Pertences: Nas grandes cidades portuguesas, como Lisboa e Porto, estejam atentos aos carteiristas em zonas turísticas e transportes públicos lotados. Mantenham os objetos de valor bem guardados, evitem exibi-los e, se possível, dividam o dinheiro em diferentes bolsos ou locais seguros. A precaução nunca é demais!
5. Utilizem Tecnologia a Vosso Favor: Desde apps de tradução, mapas offline, rastreadores de bagagem (como AirTags ou equivalentes) a eSIMs internacionais para dados móveis, a tecnologia pode simplificar e aumentar a vossa segurança e tranquilidade em viagem. Aproveitem as ferramentas digitais para tornar a vossa aventura mais fluida e prazerosa.
Resumo dos Pontos Chave
A revolução digital transformou radicalmente a forma como planeamos e experienciamos as nossas viagens, com a Inteligência Artificial e o Big Data a personalizar tudo, e a biometria a agilizar os processos de check-in e controlo de fronteiras. A segurança aeroportuária está cada vez mais sofisticada, com a tecnologia a desempenhar um papel crucial na deteção de ameaças e na proteção do espaço aéreo contra novos desafios como os drones. No entanto, é fundamental lembrar que, apesar de todos os avanços tecnológicos, o “toque humano” dos profissionais de viagem e a colaboração ativa dos passageiros continuam a ser pilares insubstituíveis para garantir uma jornada segura e tranquila. Em Portugal, a implementação dos novos sistemas de entrada e saída da União Europeia (EES e ETIAS) visa reforçar a segurança das fronteiras, exigindo dos viajantes uma maior preparação e paciência, especialmente na fase de transição. Para além dos aeroportos, a segurança local nos destinos e o uso de ferramentas digitais como seguros de viagem e apps dedicadas são essenciais para uma proteção contínua em cada passo da nossa aventura. O futuro das viagens aponta para uma era ainda mais conectada, imersiva e sustentável, impulsionada por tecnologias como a Realidade Aumentada e a Internet das Coisas, que prometem enriquecer as nossas experiências enquanto nos incentivam a um turismo mais consciente e responsável.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: O que é afinal o turismo sustentável em Portugal e por que é que eu deveria me preocupar com isso?
R: Olhem, esta é uma pergunta que adoro responder, porque é o coração de tudo! O turismo sustentável em Portugal, na minha experiência, é uma forma de viajar que respeita profundamente a nossa terra, a nossa cultura e as nossas pessoas.
Não é só uma palavra da moda, é um compromisso real. Significa escolher passeios que não agridam a natureza, apoiar os pequenos negócios locais e fazer com que a sua presença beneficie diretamente as comunidades que o acolhem.
Pensem bem: Portugal é um país de paisagens icónicas, desde as praias selvagens do Alentejo e Algarve, passando pelas serras majestosas do Gerês, até aos vinhedos do Douro.
Se não cuidarmos, se o turismo de massa ignorar o impacto, corremos o risco de perder a beleza que tanto amamos e que atrai tanta gente! Eu mesma já vi como alguns lugares mudaram com a sobrecarga de visitantes, e isso partiu-me o coração.
O turismo sustentável ajuda a preservar a nossa biodiversidade, garante que o ar e a água se mantêm puros e protege a nossa rica identidade cultural. Além disso, ao escolherem esta forma de viajar, estão a ajudar a distribuir os benefícios económicos por todo o país, combatendo o despovoamento das áreas rurais e dando nova vida a aldeias que poderiam, de outra forma, desaparecer.
É um investimento a longo prazo para que as futuras gerações também possam desfrutar do nosso Portugal.
P: Quero viajar de forma mais consciente, mas parece que viajar de forma sustentável em Portugal é sempre mais caro. Como posso fazer isso sem gastar uma fortuna?
R: Essa é uma preocupação super válida e, acreditem, é possível viajar de forma sustentável sem esvaziar a carteira! Na verdade, muitas das práticas sustentáveis até vos ajudam a poupar.
Uma das minhas dicas de ouro é apostar nos transportes públicos. Esqueçam o carro sempre que puderem! Portugal tem uma excelente rede de comboios e autocarros que vos leva a quase todo o lado, e é muito mais ecológico.
Em cidades como Lisboa e Porto, os metros e elétricos são eficientes e sustentáveis, e até existem bicicletas partilhadas em muitas cidades, como Lisboa com as GIRA, e Cascais com as Bicas.
Além de poupar no combustível, vão viver uma experiência muito mais autêntica, misturando-se com os locais. Outra coisa que faço é viajar fora da época alta, ou seja, evitar julho e agosto.
Os preços são mais simpáticos, há menos gente e o tempo continua maravilhoso! No alojamento, procurem por guesthouses e hotéis mais pequenos, que muitas vezes têm práticas sustentáveis e um toque pessoal que as grandes cadeias não oferecem.
Muitos agroturismos e casas de campo espalhadas pelo interior do país são ótimas opções. E na comida? Aí é que está o segredo para economizar e comer divinamente!
Comprem nos mercados locais, escolham produtos sazonais e de proximidade. Já experimentei refeições incríveis, de chorar por mais, em tascas tradicionais, onde os ingredientes vêm diretamente da horta da avó, e a um preço super acessível.
Levar uma garrafa de água reutilizável e evitar plásticos de uso único também faz uma diferença enorme, tanto para o ambiente quanto para a vossa carteira!
P: Quais são os melhores destinos ou atividades em Portugal para quem quer praticar o turismo sustentável?
R: Ah, Portugal está cheio de joias para quem adota esta filosofia! Na minha experiência, o interior do país é um paraíso para o turismo sustentável. Pensem no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o nosso único parque nacional, com paisagens de tirar o fôlego, rios cristalinos e uma biodiversidade riquíssima.
É perfeito para trilhos e caminhadas, sempre respeitando as regras locais para proteger a fauna e flora. Os Açores são um destino de excelência para o ecoturismo, com as suas paisagens vulcânicas, lagoas e observação de baleias e golfinhos, tudo feito de forma muito consciente.
O Parque Natural da Arrábida, pertinho de Setúbal, é outro tesouro, com praias maravilhosas e atividades como mergulho e passeios de caiaque. E que tal o Centro de Portugal?
Lugares como a Serra da Estrela, a Ria de Aveiro (BioRia Estarreja é incrível para observação de aves!) e aldeias de xisto na Serra da Lousã são fantásticos para quem procura natureza e autenticidade.
Em Sintra, por exemplo, eles têm autocarros elétricos para os pontos turísticos, o que ajuda muito a preservar aquele património tão especial. O segredo é procurar por destinos que apostam no ecoturismo, no turismo rural e no turismo comunitário, onde as experiências valorizam a natureza e a cultura local.
Há muitas quintas vinícolas no Douro que combinam práticas agrícolas sustentáveis com alojamento rural, onde podem até participar na vindima! E não se esqueçam de dar preferência a guias turísticos da região e restaurantes que utilizam ingredientes locais – assim, estão a apoiar diretamente as comunidades e a viver Portugal de uma forma muito mais genuína.
É um ganhar-ganhar para todos!






